CS Portos avança na Intermodal 2026 com novo terminal de grãos na Bahia e reforça protagonismo logístico do agronegócio
A Intermodal South America 2026 foi palco para a CS Portos apresentar ao mercado os avanços de seus investimentos em infraestrutura na Bahia, com destaque para o início das operações do terminal ATU 18, no Porto de Aratu. O novo ativo é voltado à exportação de grãos e marca um movimento estratégico para fortalecer a competitividade logística do estado no escoamento da produção agrícola.
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| A CS Portos apresenta, na Intermodal 2026, seus investimentos no terminal ATU 18 no Porto de Aratu, ampliando a capacidade de exportação de grãos na Bahia. |
A companhia participou do evento ao lado da Companhia das Docas do Estado da Bahia e de outros operadores regionais, reforçando o posicionamento dos portos baianos como alternativa relevante para o agronegócio do Matopiba e do Oeste da Bahia — regiões que concentram parte significativa da expansão agrícola nacional.
Segundo Ítalo Leão, o ATU 18 entrou em operação em março de 2026 e se tornou o primeiro terminal dedicado à exportação de grãos dentro de um porto público baiano. Até então, grande parte dessa produção era direcionada para outras rotas logísticas, principalmente o Porto de Itaqui.
“O Oeste baiano e a região do Matopiba já produziam volumes relevantes, mas faltava capacidade portuária na Bahia para absorver essa demanda”, destacou o executivo durante a feira.
Modernização e expansão elevam capacidade operacional
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| Terminal ATU 18 no Porto de Aratu recebe embarcação de granéis vegetais, marcando o início das operações voltadas à exportação de grãos na Bahia. |
Criada para administrar e investir em terminais portuários, a CS Portos assumiu, em 2022, dois arrendamentos estratégicos no Porto de Aratu: o ATU 12, voltado à movimentação de granéis sólidos minerais, e o ATU 18, direcionado aos granéis vegetais.
No ATU 12, a empresa iniciou um amplo processo de modernização de uma estrutura considerada defasada, com investimentos em obras e novos equipamentos. O terminal opera cargas como fertilizantes, enxofre, coque de petróleo, clínquer e magnésita. Com as melhorias, a capacidade operacional saltou de cerca de 2 milhões para até 6 milhões de toneladas por ano.
Já o ATU 18 foi desenvolvido no modelo greenfield, com construção iniciada após a obtenção das licenças ambientais. O terminal iniciou suas operações com capacidade entre 3 milhões e 3,5 milhões de toneladas anuais, e a expectativa é atingir níveis próximos da capacidade total ainda em 2026, impulsionado pela forte demanda do agronegócio.
O plano de expansão prevê, até 2032, a ampliação da infraestrutura de armazenagem, com o aumento do número de silos de quatro para até oito unidades, consolidando o terminal como um dos principais hubs de exportação de grãos da região.
Logística integrada e estratégia nacional
Além da exportação de grãos, a CS Portos aposta em operações integradas de logística reversa, aumentando a eficiência da cadeia. Os navios que transportam commodities agrícolas passam a retornar carregados com insumos como fertilizantes e enxofre, fundamentais para a produção agrícola.
Durante a Intermodal 2026, a empresa também destacou sua estratégia de expansão nacional. Entre os movimentos recentes, está a vitória no leilão do terminal MCP01, no Porto de Santana, além do acompanhamento de novos projetos de concessão liderados pela Agência Nacional de Transportes Aquaviários e pelo Ministério de Portos e Aeroportos.
A participação na feira reforça o compromisso da CS Portos em ampliar sua presença no setor logístico e fortalecer o relacionamento com clientes e parceiros estratégicos, em um momento de crescente demanda por soluções eficientes para o escoamento da produção agrícola brasileira.
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