A Volvo Penta, em parceria com a Volvo Financial Services (VFS), dá um passo estratégico rumo à descarbonização ao lançar uma solução integrada que combina tecnologia e financiamento para acelerar a adoção de veículos elétricos fora de estrada.
Mais do que eletrificação, o projeto de Volvo Penta com a Volvo Financial Services revela uma mudança estratégica no setor: tecnologia e financiamento integrados para viabilizar inovação. Com a DFDS, o modelo de arrendamento reduz barreiras, redistribui riscos e acelera a transição para operações portuárias mais eficientes e sustentáveis.
O modelo já estreia com a DFDS como cliente pioneira. A companhia encomendou seis rebocadores portuários RoRo MOL RME225, desenvolvidos em conjunto com a MOL, equipados com sistemas de propulsão elétrica fornecidos pela Volvo Penta. A entrega das unidades está prevista para o segundo trimestre de 2026, na Holanda.
O diferencial do projeto está no formato de contratação: um contrato de arrendamento de sete anos que inclui manutenção preventiva e cobertura de seguro. A proposta reduz o impacto do investimento inicial — ainda mais elevado em comparação aos equipamentos a combustão — e oferece previsibilidade de custos operacionais ao cliente.
Segundo Jeroen Overvelde, gerente de vendas de área da Volvo Penta Industrial, o modelo de leasing surge como alternativa estratégica neste momento de transição tecnológica. “O arrendamento de equipamentos elétricos é uma opção para os clientes finais enquanto a tecnologia evolui e o investimento inicial permanece superior ao dos equipamentos com motor de combustão tradicional”, afirma.
O desenvolvimento do rebocador elétrico 4x4 teve início em 2021, com testes realizados em operações reais no terminal de Ghent, na Bélgica. Desde então, a solução vem sendo aprimorada para atender às exigências de operações portuárias intensivas, especialmente em ambientes confinados, como navios porta-contêineres.
Entre os principais benefícios da eletrificação estão a eliminação das emissões de gases, além da significativa redução de vibração e ruído — fatores que contribuem diretamente para maior eficiência operacional e melhores condições de trabalho.
Para Raf De Wit, diretor de terminal da DFDS, o projeto reflete um alinhamento estratégico entre cliente e fornecedor. “A parceria entende nossas necessidades e como queremos que as máquinas funcionem”, destaca.
Já Conrad Verplancke, engenheiro de vendas da MOL, reforça o valor agregado da solução integrada. “Os clientes valorizam o fato de a Volvo Penta entregar um pacote completo de propulsão elétrica, aliado ao suporte de sua rede global de serviços”, explica.
A iniciativa também envolve um planejamento financeiro robusto para viabilizar a transição de frota da DFDS, que atualmente conta com cerca de 280 rebocadores movidos a diesel. Nesse contexto, a atuação conjunta da VFS com a Volvo Penta foi decisiva para alinhar os aspectos técnicos e financeiros do projeto.
“A colaboração nesse projeto permitiu criar uma oferta totalmente adaptada aos requisitos do cliente”, conclui Anders Carlander, gerente de desenvolvimento de negócios da Volvo Financial Services.
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