JCB fortalece presença em São Paulo com nova matriz da Rocester e acelera plano de crescimento até 2030


Nova estrutura em Jundiaí marca uma nova fase da marca no maior mercado de equipamentos de construção da América Latina e reforça estratégia de crescimento da fabricante até 2030**


A inauguração da nova matriz da Rocester marca uma nova fase da JCB em São Paulo, com investimentos em infraestrutura, tecnologia, capacitação e excelência no atendimento ao cliente


A JCB deu mais um passo importante em sua estratégia de crescimento no Brasil com a inauguração da nova matriz da Rocester, concessionária responsável pela marca no segmento de construção em São Paulo. Localizada em Jundiaí (SP), a nova estrutura foi concebida para se tornar a principal referência operacional da fabricante britânica no país, acompanhando os planos de expansão que preveem dobrar a produção nacional para 10 mil máquinas por ano até 2030.


Com uma área total de 8 mil m², sendo 4 mil m² destinados ao pátio e à demonstração dinâmica de equipamentos, a unidade representa um novo conceito de atendimento, integrando vendas, pós-venda, capacitação técnica e monitoramento remoto de máquinas.


Com uma estrutura moderna e foco em inovação, a Rocester assume o compromisso de impulsionar o crescimento da JCB no maior mercado de equipamentos de construção da América Latina.
Clientes, parceiros e convidados acompanharam os detalhes da nova estrutura de atendimento e dos programas de capacitação que sustentam a expansão da JCB em São Paulo.


Segundo Adriano Merigli, presidente da JCB para a América Latina, o investimento acompanha a relevância estratégica do estado de São Paulo, responsável por aproximadamente 20% da demanda nacional de equipamentos para construção pesada.


“Precisamos de parceiros estruturados, capazes de acompanhar o crescimento do mercado”, destacou o executivo durante a cerimônia de inauguração.


São Paulo no centro da estratégia da JCB


A nova operação simboliza também uma reestruturação da rede de distribuição da fabricante no Brasil. O modelo segue o padrão global da JCB, que trabalha com concessionários especializados em diferentes segmentos de atuação.


Enquanto a Rocester passa a atender exclusivamente os mercados de construção civil, mineração leve, locação, indústria e setor público, o agronegócio continua sendo atendido por distribuidores especializados no segmento agrícola.


Para Carlos França, diretor de Vendas e Marketing da JCB para a América Latina, a iniciativa fortalece a presença da marca em um dos mercados mais importantes da região.


“A importância de São Paulo para a JCB é estratégica. Precisávamos ter uma operação que refletisse essa relevância”, afirmou.


A parceria entre JCB e Rocester começou há cerca de um ano e oito meses, inicialmente em uma instalação provisória também localizada em Jundiaí. Desde o início, o objetivo era criar uma estrutura alinhada aos padrões globais da fabricante.


“Queríamos que qualquer cliente que já tivesse visitado uma concessionária da JCB em outro país reconhecesse o mesmo padrão de organização, transparência e gestão”, reforçou França.


Plano ambicioso para ampliar participação de mercado


A entrada da Rocester em São Paulo representa a primeira atuação do Grupo Rivesa no segmento de Linha Amarela. Antes de iniciar as operações, a empresa realizou um amplo estudo sobre o mercado paulista e o posicionamento da marca na região.


De acordo com Bruno Jorge, CEO da Rocester, a meta é ambiciosa: dobrar o tamanho da JCB em São Paulo nos próximos cinco anos.


“Estamos falando do maior mercado da América Latina. Um estado desse porte exige um distribuidor à altura”, afirmou.


Atualmente, a JCB comercializa 28 modelos de equipamentos no Brasil, dos quais 11 são produzidos na fábrica de Sorocaba (SP). O portfólio atende cerca de 95% da demanda nacional por máquinas de construção, abrangendo retroescavadeiras, escavadeiras, carregadeiras, manipuladores telescópicos e miniequipamentos.


A fabricante recuperou em 2024 a liderança do mercado paulista de retroescavadeiras, alcançando participação estimada entre 35% e 36%. Já no segmento de manipuladores telescópicos, a marca mantém cerca de 80% de market share.


“O objetivo é ampliar o mix de produtos dentro da nossa base de clientes e reduzir a dependência de um único equipamento”, destacou Bruno Jorge.


Pós-venda e tecnologia como diferenciais competitivos


Um dos pilares da nova operação é o fortalecimento do pós-venda. A matriz abriga um moderno centro de monitoramento inspirado no modelo utilizado pela própria fábrica da JCB, permitindo acompanhamento remoto dos equipamentos em operação.


Atualmente, todas as máquinas da marca saem de fábrica equipadas com sistemas de telemetria, capazes de monitorar indicadores como consumo de combustível, desempenho operacional, horas trabalhadas e possíveis falhas.


“A máquina parada é o pior cenário para o cliente”, resume Bruno Jorge.


Para garantir maior disponibilidade operacional, a Rocester estruturou uma rede de técnicos distribuídos estrategicamente pelo estado de São Paulo. A operação utiliza um sistema logístico baseado no conceito de *milk run*, permitindo que peças previamente diagnosticadas sejam entregues diretamente aos mecânicos em campo.


A estratégia reduz o tempo de parada dos equipamentos e aumenta a eficiência dos atendimentos, independentemente da distância física entre cliente e concessionária.


Capacitação para enfrentar a falta de mão de obra técnica


Outro foco da nova unidade é a formação de profissionais. A escassez de mão de obra qualificada continua sendo um dos maiores desafios enfrentados pelo setor de máquinas pesadas no Brasil.


Para enfrentar esse cenário, a Rocester conta com uma estrutura dedicada ao treinamento de técnicos, operadores, vendedores e clientes.


A concessionária dispõe de uma sala de treinamento com capacidade para 40 participantes, além de uma área específica para atividades práticas.


“O Brasil vive um apagão de mão de obra técnica. Isso afeta diversos setores e exige investimento constante em capacitação”, destacou Bruno Jorge.


A empresa também utiliza indicadores globais de desempenho, como o *First Time Fix*, que mede a capacidade de solucionar problemas já na primeira visita técnica, aumentando a produtividade e a satisfação dos clientes.


 JCB lança nova geração do sistema LiveLink


Durante o evento, a fabricante também apresentou a nova geração do sistema de telemetria LiveLink Next Gen, que amplia os recursos de conectividade e gestão das máquinas.


A solução permite acesso a relatórios operacionais por computador, smartphones e tablets, oferecendo funcionalidades como checklist digital, compartilhamento de equipamentos, gestão de locação e monitoramento de frotas.


Um dos diferenciais do sistema é a presença de bateria própria e GPS integrado, permitindo que o equipamento continue transmitindo informações mesmo quando está desligado.


Segundo Felipe Battistella, diretor de Pós-Venda da JCB, a tecnologia é fundamental para manter elevados índices de disponibilidade operacional.


“A tecnologia é a peça-chave para garantir a disponibilidade mecânica. Hoje alcançamos quase 99% de disponibilidade em máquinas sem alertas críticos. Não podemos esperar a máquina parar para agir; precisamos atuar preventivamente”, concluiu.





www.jcb.com
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