Valvoline conquista dobradinha no Ultimate Drift 2026 com Barion campeão e Sartor vice

 


  • Pilotos somaram seis vitórias e 16 pódios; parceria técnica envolveu seleção de lubrificantes, análises laboratoriais e acompanhamento dos componentes em condições de competição

30/10/2026 – A Valvoline, referência mundial em lubrificação automotiva e representada oficialmente no Brasil pela Usiquímica, encerrou o Ultimate Drift 2026 com uma dobradinha na categoria PRO. João “Sheriff” Barion conquistou o campeonato com 775 pontos, quatro vitórias e nove pódios, enquanto Matheus Sartor assegurou o vice-campeonato com 709 pontos, duas vitórias e sete pódios nas 12 etapas da temporada.

O resultado reúne duas trajetórias apoiadas pelo trabalho técnico da Valvoline. Na primeira temporada de Barion com a marca, a parceria contribuiu para a escolha de lubrificantes adequados às exigências de seus motores preparados. Com Sartor, que completou o segundo ano de parceria, o suporte incluiu análise laboratorial do óleo do diferencial e acompanhamento de um histórico de confiabilidade na transmissão.

No drift, os veículos enfrentam altas rotações, esforço térmico intenso e cargas elevadas durante trocas de marcha, transições e retomadas de aceleração. Nesse ambiente, a lubrificação integra um trabalho de preparação e manutenção que precisa assegurar respostas consistentes em cada batalha. Os relatos dos pilotos mostram como esse acompanhamento se traduz em decisões dentro das equipes.

Barion: estabilidade da pressão de óleo em condições extremas – Barion utilizou dois carros durante a temporada: um Corvette C7 Z06 de 800 hp e um Mustang Supercharger de 700 hp. Para atender às exigências específicas desses motores preparados, o piloto e a equipe técnica da Valvoline selecionaram um lubrificante de viscosidade 10W50.

Segundo Barion, a principal diferença observada foi a estabilidade da pressão de óleo ao longo das sessões. Antes, o piloto identificava perda de pressão com o passar das voltas e em dias de temperaturas mais elevadas. Com o 10W50, relata que o parâmetro passou a permanecer estável durante todo o fim de semana de competição, inclusive sob calor intenso.

A rotina da equipe prevê trocas preventivas a cada etapa, antes de atingir seu limite de utilização, como parte dos cuidados com os motores preparados para competição. Segundo Barion, esse intervalo reduzido faz da estabilidade da pressão de óleo durante as sessões um dos principais parâmetros observados para acompanhar o desempenho da lubrificação.

Para Barion, o trabalho conjunto na escolha do lubrificante trouxe mais segurança para exigir dos carros durante as disputas. A estabilidade da pressão de óleo, inclusive nas sessões realizadas sob calor intenso, foi a principal evolução observada pelo piloto em sua primeira temporada com a marca. “A principal contribuição é a segurança. Para conquistar um título, a confiabilidade é essencial”, afirma.

Sartor: suporte técnico e confiabilidade na transmissão – Sartor disputou a temporada com uma BMW M2 de aproximadamente 600 cv. Ao longo do campeonato, a equipe substituiu o motor Toyota 1JZ de 2,5 litros por um Toyota 2JZ de 3,0 litros, buscando ampliar a faixa de torque e melhorar a entrega de potência.

Na lubrificação, manteve os produtos utilizados há aproximadamente três anos, desde antes da parceria oficial com a marca: Valvoline Competition Synthetic Blend 15W40 no motor e Valvoline SynPower Full Synthetic 75W90 na transmissão e no diferencial.

A parceria com Sartor também inclui suporte técnico e análises de lubrificantes pelo laboratório da Usiblend, empresa do Grupo Usiquímica que produz lubrificantes Valvoline no Brasil. Esse acompanhamento auxilia a equipe a avaliar o comportamento dos componentes e fundamentar decisões de manutenção preventiva.

Um dos resultados destacados pelo piloto está na transmissão de competição forjada, de engate rápido. O conjunto anteriormente exigia intervenções corretivas em intervalos de aproximadamente 12 a 18 meses. Desde a adoção do SynPower Full Synthetic 75W90, Sartor relata não ter registrado novas quebras ou desgaste anormal que demandassem esse tipo de manutenção. O piloto ressalta que a confiabilidade também depende de outros fatores de preparação e uso.

“São poucos segundos de disputa em que o carro precisa entregar absolutamente tudo o que o piloto exige. Uma falha mecânica naquele momento pode significar a eliminação imediata e comprometer o trabalho de toda uma etapa”, explica Sartor. “Confiabilidade é performance!”

Das pistas à evolução das soluções de lubrificação – Com aplicações e necessidades distintas, as duas parcerias aproximam o conhecimento técnico da Valvoline das condições reais de competição. A seleção dos produtos, a manutenção preventiva e o acompanhamento dos componentes integram o trabalho das equipes para sustentar o desempenho ao longo do campeonato.

“A parceria com pilotos e equipes vai além da presença da marca nas pistas. Essa troca nos permite acompanhar o comportamento dos lubrificantes em condições extremas e transformar a experiência da competição em conhecimento para aprimorar nossas soluções e o suporte técnico. É um trabalho que aproxima a Valvoline das exigências reais de cada aplicação”, afirma Moara Gimenez, gerente de Marketing da Usiquímica.




Texto Final de Comunicação Integrada 


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